sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lançado Linux Educacional 4.0 para máquinas eProinfo "por enquanto"

       A UFPR disponibilizou a versão final do Linux Educacional 4 para máquinas do eproinfo já incluso o software ProinfoData.
      O download do LE4 pode ser realizado pelo link: http://le.c3sl.ufpr.br/iso/Linux_Educacional_4.0-desktop-i386.iso
Em breve teremos a versão final para demais máquinas.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Presidente Lula defende WikiLeaks e faz “o primeiro voto de protesto”

Por enquanto só temos visto a sociedade civil posicionar-se a favor de Julian Assange e do WikiLeaks. Todos os governos envolvidos no Cable Gate mostram-se sempre contra o site, inclusive o Secretário de Defesa dos Estados Unidos e Hillary Clinton, a Secretária de Estado dos EUA. E não é que o nosso presidente Lula foi o primeiro chefe de Estado a solidarizar com a causa do site?

Interrompemos a nossa programação para o pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.


Lula é muito claro no que diz: Assange estava apenas divulgando informações, sem cometer qualquer crime por causa disso. O que ele fez foi desnudar a atividade diplomática, até então inatingível por nós, meros mortais, e torná-la pública, acessível a todos. “É engraçado, não tem nada contra [o cerceamento à] liberdade de expressão”, diz o presidente, em respeito à divulgação feita pelo WikiLeaks.
O presidente ainda deixa um conselho para Dilma Rousseff, sua sucessora, para que oriente os seus embaixadores: “Se não tiver o que escrever, não escreva bobagem. Passe em branco a mensagem.”
“Eu não vi um voto de protesto”, diz Lula, colocando-se como o primeiro estadista a protestar contra a prisão de Julian Assange. O presidente declarou sua solidariedade ao WikiLeaks “pela divulgação das coisas”.
Com informações: Blog do Planalto

Fonte: http://tecnoblog.net/50610/presidente-lula-defende-wikileaks-e-faz-o-primeiro-voto-de-protesto/

domingo, 12 de dezembro de 2010

Relato 7º FGSL - Forum Goiano de Software Livre.

    Saudações companheiros do software livre, aproveitando que o evento ainda está bem vivo em minha memória, pois acabei de sair dele, venho lhes trazer o relato do evento, evento esse que já tem grande tradição no estado de Goiás. Estamos falando do Fórum Goiano de Software Livre.
    Em sua sétima edição o evento contou com uma seleta gama de palestrantes e muitos participantes inscritos e não inscritos, contamos também com dois sub eventos nesse FGSL 7 que foram os encontros de usuários Slackware de Goias e usuários de Software Livre na educação com as siglas e-GUS e EGSLE respectivamente.
    Muita correria e uma grande prestatividade por parte da organização do evento possibilitaram que o evento ocorresse sem transtornos, fruto de uma imensa dedicação e compromisso por parte da comissão organizadora do evento, já deixo meus parabéns e agradecimentos a todas as pessoas que de bom grado se voluntariaram para trabalhar onde foi  necessário. Logo que cheguei fui recepcionado pelo Sebastião e pelo Joelias .Jr que já me deram uma camiseta do evento ( muito bonita por sinal ), tive também a chance de ajudar, um pouco antes da minha palestra ajudei o pessoal do credenciamento com a locomoção dos crachás e orientei alguns palestrantes o local de suas palestras e como encontrar os responsáveis por suas salas.
    Como palestrante ministrei no e-GUS palestra sobre a filosofia de desenvolvimento do Slackware Linux, filosofia essa que também é encontrada na distro que sou membro do time de desenvolvimento, o pQui Linux. Minha palestra teve o título Filosofia Slackware (KISS), uma filosofia de desenvolvimento que busca a simplicidade e a clareza nas soluções abordadas, aproximadamente 15 pessoas assistiram essa palestra e no final tive a agradável surpresa da presença dos meus pais no evento.
    Eventos são lugares onde aprendemos mais e revemos amigos, em alguns casos vemos amigos pois conheço muitas pessoas somente virtualmente, trabalhamos juntos, conversamos em listas, instant messengers mas nunca nos vimos pessoalmente, caso do nosso colaborador Alemão que produz algumas artes gráficas para o pQui Linux, ou mesmo o Malcon X lenda da comunidade Slackware, conheço ele já faz 5 anos mas somente nesse evento que o vi pessoalmente, fiz questão de tirar foto com ele para provar que ele existe.
    E ainda contamos com a presença dos nossos ilustres mantenedores do pQui Linux, seu criador o já afamado Hudson Figueredo (mantenedor pQui32) e o Guilherme Lima (mantenedor pQui64). Ainda no e-GUS tivemos palestra do Hudson exibindo o pQui Linux em sua mais nova versão 3.1 mostrando as características do sistema, e falando sobre suas funções básicas.
    Instalamos o pQui-Linux em algumas maquinas, distribuímos adesivos, explicamos como se juntar ao time que desenvolve o pQui linux, uma coisa que acho interessante é que com distros nacionais e principalmente com o pQui Linux é muito provável que um dia você fale com o desenvolvedor da distro pessoalmente e isso é impagável.
    As empresas se fizeram presentes com seus stands e profissionais uniformizados, distribuindo alguns brindes e sorteando outros. Isso é particularmente importante pois dá aos participantes do evento uma chance de conhecer o lado profissional do Open Source ainda falando sobre empresas vi uma banca (grande por sinal) da Linux Magazine com um representante bem humorado, gostei disso pois é a melhor publicação sobre Linux no Brasil, sou assinante e gosto muito da qualidade das matérias, principalmente a coluna do Cachorro Louco. Falei inclusive da possibilidade de uma matéria sobre nós SLOG,pQui em alguma edição da Linux Magazine e o representante disse que é bem possível. Então preparem-se pois é bem provável que sejamos vistos na Linux Magazine.
    No EGSLE muitos palestrantes e pessoas entendidas da área, meus pais assistiram a palestras e especialmente minha mãe que é professora primaria, gostou muito das ferramentas do educatux e ganhou mídias de instalação do edubuntu, apresentei meus pais para muitos do meus conhecidos e amigos dessa caminhada de software livre.
    Depois de muita conversa com o pessoal, muita interação e fotos (sim eu tirei muitas fotos)
 o evento estava chegando ao fim, o encerramento foi simples dentro de uma sala onde todos se amontoaram e escutaram os agradecimentos aos patrocinadores e a todas as pessoas que tornaram isso possível.
    Deixo aqui um chamado para todas as pessoas interessadas em software livre para que compareçam nos eventos pois é lá que a comunidade se encontra e se torna cada vez mais forte onde a comunidade se conhece e interage com outras comunidades, inclusive é profissional e academicamente bom para o curriculum das pessoas participantes.
    Não percam os próximos eventos de Software Livre aguardamos vocês !
   
    Mesmo com medo de ser injusto vou citar os nomes que eu me lembrar aqui de pessoas que gostei muito de rever ou de ver.

Hudson Figueredo : pQui Linux
Guilherme Lima : pQui Linux 64bits
Gustavo Luiz : Br-Office Goiás
Hugo Seabra : Joomla
Daniele : /MNT Mulheres na Tecnologia ( mais conhecida no SLOG como garota bonita )
Marcia :  /MNT Mulheres na Tecnologia
Wendell : Anapolivre
Joelias Jr : GoiabaDigital
Alemão : artista do pQui
Sheldon Led : velho conhecido da net
Ole Fernando : Filho do Dr. Ole
Ole Peter Smith : pai do Ole Fernando e presidente do SLOG
Malcon X : Gus-Go     
Leonardo Miranda e família : Cara do Back-Trak
Raphael Adrien : GoJava

Com certeza existem mais pessoas mas no momento não me lembro dos nomes, mas tenham certeza que cada um que falei com ele ou dei um olá mesmo que de longe, tem o meu respeito e admiração  por estar comprometido com a mesma causa que nos une, o Software Livre  


Http://slog.org.br  Software Livre Oeste Goiano
http://pquilinux.org Site do projeto pQui Linux a distribuição Linux de Goiás
http://gus-go.com.br Grupo de usuários Slackware de Goiás
http://fgsl.aslgo.org.br/fgsl7/ site do evento

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O Manifesto SLOG !


Software livre é mais que programas com liberdades e código fonte
aberto. É uma filosofia. Um modo de vida. Uma forma de expressão.

Somos pessoas comuns: alunos, professores, pais, filhos, patrões,
empregados, produtores e consumidores, unidos por um sentimento.
Sentimento de liberdade, que desencadeia outros sentimentos e nos faz
marchar por uma causa: o Software Livre no Oeste Goiano. Defendemos o
livre conhecimento, a liberdade do usuário de programas de
computadores, o livre acesso a informação e a tecnologia aberta e
socialmente justa.

Lutamos pelo povo, lutamos pela educação. Não iremos parar. Não
podemos parar. Somos muitos, somos fortes, somos SLOGERS.

Vamos levar o conhecimento de software livre nas cidades do interior.
Vamos usar todas as táticas para disseminar o conhecimento da
tecnologia que liberta seus conhecedores. Levantamos essa bandeira e
não deixaremos que caia. Não seremos esquecidos. Não seremos
ignorados. Nossa mensagem ecoa nos lugares mais remotos.

Eu sou um SLOGER e esse é meu manifesto!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Carta Aberta de Richard Stallman para Dilma Rousseff sobre direitos autorais !

Cara presidenta eleita Rousseff e cidadãos do Brasil
No debate brasileiro sobre a lei de dirieito autoral, uma melhoria importantíssima foi sugerida: a liberdade de compartilhar obras publicadas em troca de uma taxa cobrada dos usuários de Internet ao longo do tempo. Reconhecer a utilidade à sociedade do compartilhamento de arquivos via Internet entre os cidadãos será um grande avanço, mas esse plano levanta uma segunda questão: como utilizar o valor arrecadado? Se usado adequadamente, ele oferece a chance de um segundo grande avanço, em apoio à arte.
As editoras costumam propor usar o dinheiro para “recompensar” os “titulares dos direitos” — duas más ideias juntas. “Titulares dos direitos” é uma forma disfarçada de direcionar o dinheiro principalmente às editoras em vez de aos artistas. Quanto a “recompensar”, esse conceito é inadequado, pois significa pagar a alguém para fazer um trabalho, ou compensar essa pessoa por tirar algo dela. Nenhuma dessas descrições se aplica à prática do compartilhamento de arquivos, já que os ouvintes e espectadores não contrataram as empresas nem os artistas para realizarem um trabalho, e compartilhar mais cópias não lhes tira nada. (Quando eles alegam ser prejudicados, é em comparação com seus sonhos.) Editoras utilizam o termo “recompensar” para pressionar outros a verem a questão da forma como elas a vêem.
Não há necessidade de “recompensar” ninguém pelo compartilhamento de arquivos entre os cidadãos, mas apoiar os artistas é útil para a arte e para a sociedade. Se o Brasil adotar um sistema de taxa de licença para o compartilhamento, ele deve projetar o sistema para distribuir o dinheiro de forma a apoiar os artistas com eficiência. Com este sistema em funcionamento, os artistas se beneficiarão quando as pessoas compartilharem suas obras e incentivarão o compartilhamento.
Qual a forma eficiente de apoiar a arte com esse dinheiro?
Primeiramente, se o objetivo é apoiar os artistas, não dê a verba às editoras. Apoiar as editoras praticamente não apóia os artistas. Por exemplo, as gravadoras pagam aos músicos uma pequena parte ou nada do dinheiro que elas recebem pela venda de álbuns: os contratos de gravação dos músicos são minuciosamente projetados para que os músicos não recebam “seu” quinhão das vendas de álbuns a menos que um álbum venda um tremendo número de cópias. Se a arrecadação pelo compartilhamento de arquivos for distribuída às gravadoras, ela não alcançará os músicos. Contratos com escritores não são tão ultrajantes assim, mas até mesmo os autores de “best-sellers” podem receber pouco. O que a sociedade precisa é apoiar melhor estes artistas e autores.
Proponho, portanto, distribuir as verbas somente para os participantes criativos e garantir, por lei, que as editoras sejam impedidas de cobrá-las de volta ou deduzi-las do que devem ao autor.
A taxa seria cobrada inicialmente pelo provedor de conexão à Internet (prestador do Serviço de Comunicação Multimídia). Como ela deve chegar ao artista? Ela pode passar pelas mãos de uma agência estatal; ela pode passar por uma entidade arrecadadora, contanto que as entidades arrecadadoras sejam reformadas para que qualquer grupo de artistas possa iniciar a sua.
Entretanto, os artistas não podem ser compelidos a trabalhar para as entidades arrecadadoras já existentes, pois estas podem ter regras anti-sociais. Por exemplo, as entidades arrecadadoras de alguns países europeus proíbem que seus membros publiquem qualquer coisa sob lcienças que permitam o compartilhamento (por exemplo, usando qualquer uma das licenças “Creative Commons”). Se a verba do Brasil para apoiar artistas incluir artistas estrangeiros, eles não devem ser compelidos a fazer parte dessas entidades arrecadadoras para receberem sua fatia das verbas brasileiras.
Qualquer que seja o trajeto seguido pelo dinheiro, nenhuma das instituições desse trajeto (provedor, agência estatal ou entidade arrecadadora) pode ter qualquer autoridade para alterar quais fatias serão destinadas a quais artistas. Isso deve ser claramente definido pelas regras do sistema.
Mas quais devem ser essas regras? Qual a melhor forma de dividir o dinheiro entre todos os participantes criativos?
O método mais óbvio é calcular a fatia de cada artista em proporção direta à popularidade de sua obra. A popularidade pode ser medida convidando 100 mil pessoas escolhidas aleatoriamente a fornecer as listas de obras que executaram. É isso que propostas de “recompensar os titulares dos direitos” geralmente fazem. Mas esse método de distribuição não é muito eficaz para promover a arte, pois uma grande fração das verbas iria para as superestrelas, que já são ricas ou ao menos confortáveis, deixando pouco dinheiro para apoiar os artistas que realmente precisam delas.
Eu proponho que, em vez disso, se pague a cada artista de acordo com a raiz cúbica de sua popularidade. Mais precisamente, o sistema poderia medir a popularidade de cada obra, dividi-la pelos artistas da obra para obter um valor para cada artista, depois calcular a raiz cúbica disso e determinar a fatia dos artistas em proporção a estas raízes cúbicas.
O efeito disto seria aumentar a fatia dos artistas moderadamente populares por meio da redução da fatia das superestrelas. Cada superestrela ainda receberia mais do que cada não superestrela, até várias vezes mais, mas não centenas ou milhares de vezes mais. Com essa alteração, uma dada soma total de dinheiro conseguirá apoiar adequadamente um maior número de artistas.
Promover a arte e a autoria apoiando artistas e autores é o objetivo correto de uma taxa de licença para o compartilhamento porque é o objetivo correto dos próprios direitos autorais.
Uma última questão é se o sistema deve apoiar autores e artistas estrangeiros. Seria natural que o Brasil exigisse reciprocidade de outros países como condição para lhes dar apoio a autores e artistas, mas penso que isto seria um erro estratégico. A melhor forma de convencer outros países a adotarem um plano como este não é pressioná-los por meio de seus artistas — eles não sentirão falta desses pagamentos porque não estão acostumados a recebê-los — mas educar seus artistas quanto aos méritos deste sistema. Incluí-los no sistema é a forma de educá-los.
Outra opção é incluir artistas e autores estrangeiros, mas reduzir o pagamento a 1/10 quando seus países não cooperarem reciprocamente. Imagine dizer a um autor: “Você recebeu R$ 50 da taxa brasileira de licença para o compartilhamento. Se seu país tivesse uma taxa semelhante e fizesse um acordo recíproco com o Brasil, você agora teria recebido R$ 500 do Brasil, somado à quantia de seu próprio país.”
Conheço um dos possíveis obstáculos à adoção deste sistema no Brasil: Tratados de Livre Exploração como aquele que estabeleceu a Organização Mundial do Comércio. Eles são projetados para fazer os governos agirem em benefício das empresas, não das pessoas; eles são os inimigos da democracia e do bem-estar da maioria das pessoas. (Agradecemos ao Lula por salvar a América do Sul da ALCA.) Alguns deles exigem “recompensa para os titulares dos direitos” como parte de sua política geral de favoritismo das empresas.
Felizmente, este obstáculo pode ser transposto. Se o Brasil se vir compelido a pagar pelo objetivo equivocado de “recompensar os titulares dos direitos”, ele ainda pode adotar o sistema apresentado acima. Aqui está como.
O primeiro passo rumo ao fim de um domínio injusto é negar sua legitimidade. Se o Brasil for compelido a “recompensar os titulares dos direitos autorais”, deve denunciar essa imposição como errada e ceder temporariamente a ela. A denúncia poderia ser colocada no preâmbulo da própria lei, da seguinte forma:
Considerando que o Brasil deseja incentivar a útil e prestativa prática de compartilhar, na Internet, obras publicadas;
Considerando que o Brasil é compelido pela Organização Mundial do Comércio a pagar aos titulares dos direitos o resgate dessa liberdade, mesmo que esse dinheiro vá apenas enriquecer as editoras em vez de apoiar artistas e autores; Considerando que o Brasil deseja, além dessa exigência imposta, apoiar artistas e autores melhor do que o sistema atual de direitos autorais faz;
Em seguida, após estabelecer uma taxa para fins de “recompensa”, estabelecer uma segunda taxa adicional (igual ou maior em valor) para apoiar os autores e artistas. O plano desperdiçador e equivocado da “recompensa” não deve ser um substituto para o plano útil e eficaz. Então, implemente-se o plano útil e eficaz para apoiar os artistas diretamente, pois isso é bom para a sociedade, e implemente-se a “recompensa” exigida pela OMC, mas somente enquanto a OMC mantenha o poder de impô-la.
Isto iniciará a transição para um novo sistema de direitos autorais adequado à era da Internet.
Obrigado por considerar estas sugestões.
Richard M. Stallman

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

E o Android aparece na fixão !!!

Ontem assistindo ao sétimo episodio da terceira temporada de Fringe me deparo com um smartphone tocando e adivinhem quem aparece? ele mesmo o sistema operacional de codigo aberto que mais cresce nesse planeta !

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Lançado o pQui Linux 3.1 Liberty

"Are you ready? Lets get it on !


"Depois de um árduo período de testes e adaptações, o projeto pQui Linux tem o enorme prazer de anunciar a disponibilidade imediata da versão 3.1 codinome Liberty para download.

Além das correções de alguns erros da versão 3.0, foram adicionados vários softwares cheios de novidades.

Dentre eles o Exaile um player de música simpático e simples parecido com o iTunes e com plugins que vão desde a ripagem de um CD a exibição de letras. O Imagination, parecido com o MovieMaker, permite que faça montagem de fotos utilizando sua trilha sonora favorita.

O pQui Linux é um GNU/Linux goiano, com pitadas cariocas e mato grossenses, totalmente baseado no Slackware e totalmente compatível com o SO mais "experiente" do mercado.

A versão "4u" é voltada para usuário desktop, contendo games e ferramentas de uso comum.
Você poderá assistir todo tipo de vídeo com o Gnome-MPlayer sem precisar instalar qualquer codec, assim como assitir a DVDs navegando em menus por padrão e streaming de vídeo direto no Firefox, navegar na web sem se preocupar com Java ou Flash-player.

O GSlapt com uma interface simples e amigável, facilita a instalação, remoção e atualização de programas, resolvendo dependências.
Gerenciamento de dispositivos móveis ficaram ainda mais fácil na interface que o pQui Linux preparou para você!
Com a suíte de escritório BrOffice.org, fica fácil realizar todos os trabalhos e ainda conta com o mais completo corretor ortográfico do mundo livre.

Com o "xconf" a configuração e otimização de sua placa de vídeo é "automágica", detectando e configurando otimizações para placas Gforce, Radeon e Intel.

E o melhor de tudo, o projeto é 100% nacional. Já trazendo tudo em português e com as configurações necessárias para o correto funcionamento de teclados abnt2.
Em breve disponibilizaremos as versões para business "4b" e netbook "4n", sendo que para cada uma haverá um tipo de configuração e softwares objetivando as suas necessidades em um Sistema Operacional.
O pQui tem versão 32 bits e 64 bits. A versão 64 bits está em progresso e logo teremos um release.

Queremos agradecer a todos que apóiam o projeto, que não visa lucro nem parte de empresa. Para fazer o pQui, precisamos ficar sem dormir mesmo! =(

Para fazer o download: www.site.pquilinux.org

Obrigado e usem à vontade."

domingo, 10 de outubro de 2010

O Linux está pronto para o usuário final !

Saudações a todos, hoje venho falar de um assunto um tanto delicado e que sempre que é abordado gera verdadeiras guerras virtuais, hoje falo sobre o Linux e o Usuário final.
Normalmente quando se fala em usuário final se fala em praticidade, simplicidade, facilidade, usabilidade, entre outros termos alusivos a uma boa experiencia de uso nos sistemas computacionais. Normalmente muitos dizem que o Linux não está pronto para o usuário final porque não tem o photoshop ou porque não tem o word ou ainda porque não entra no msn.
Então uma afirmação e uma pergunta me veem a mente “O Linux está pronto para o usuário final.” e “O usuário final está pronto para o Linux?” com um pouco de medo de ser tendencioso mas mesmo assim fico realmente tentado a responder a essa pergunta com um enorme NÃO e ainda adicionar que o usuário final não está preparado para os computadores e sistemas operacionais, é cada vez mais crescente o numero de analfabetos funcionais quando se fala em informática, pessoas que aprenderam a operar determinados softwares e tomam isso como conhecimento em informática. Um exemplo clássico são as escolas de informática básica espalhadas pelo nosso país, em sua grande maioria ministram cursos de Windows e cia e entregam um certificado de informática básica. Mas o portador desse diploma pode ser considerado um conhecedor da informática? Lembre-se que o mesmo normalmente ignora a existência de outras plataformas e de outros softwares que realizam o mesmo trabalho dos softwares que ele aprendeu.
Voltando a nosso tema inicial, no Linux podemos fazer tudo que um usuário final necessita fazer. Quer navegar na internet? Temos os melhores navegadores a disposição e gratuitamente alguns nomes famosos: Firefox, Google Chrome, Opera
Deseja assistir vídeos? Fique a vontade temos vários players de vídeo de excelente qualidade mas vou citar um que funciona bem em qualquer plataforma VLC-media player.
Quer escutar música? Temos diversos players disponíveis para instalar em seu computador dentre eles: Amarok (player de musica do KDE), Banshee (Ótimo player e ótima organização de biblioteca musical), Rhytmbox (esse tem até possibilidade de interação com ipod).
Quer usar as redes de instant messenger? Temos clientes para essas redes inclusive clientes multi-protocolo que podem funcionar em varias redes de comunicação posso citar dentre eles
Kmess(cliente messenger do KDE), Amsn(cliente messenger clone no msn) Pidgin (cliente multi-protocolo).
Esses são somente pequenos exemplos de softwares que podem suprir as necessidades dos usuários finais de computadores, temos ainda o fato da facilidade de instalação e atualização de softwares nas distribuições Linux com gerenciadores de pacotes, normalmente o usuário só precisa saber o nome do software que ele deseja instalar e ter uma conexão com a internet e tudo estará resolvido. Agora me responda, qual o procedimento padrão para se instalar softwares em sistemas Microsoft ? Garanto que leva muito mais tempo e trabalho que somente escrever um nome e responder a duas perguntas de um gerenciador de pacotes.
Com toda nossa tecnologia ainda tem gente que insiste em repassar a lenda de que o Linux ainda não está pronto para o descktop mas você já se perguntou se o Windows estava pronto para o usuário final quando foi lançado? Ou mesmo se ele algum dia chegou a ficar pronto? Note que o nosso falecido Windows vista foi lançado como a promessa de evolução dos ambiente windows, ou o windows7 que veio como a evolução dos windows, como a estabilidade, inovação, usabilidade, praticidade mas se pararmos para analisar mais de perto o sistema temos o mesmo velho e desatualizado sistema de arquivos ntfs(winNT) ou o mesmo legado kernel ainda carregando lixo de codigo do win-95, e se falarmos em visual e experiencia de usuário com a interface gráfica temos essas funcionalidades há muito tempo no KDE4.x.x é somente dar uma olhada na época de lançamento do KDE4 e do Windows7 sem contar que mesmo antes em épocas de KDE3 o pessoal já nos copiavam lembre-se bem do menu iniciar presente em todas as versoes anteriores do windows e no vista foi substituído por uma logo com a bandeira do windows, esse modelo de menu já era usado dez de o inicio do KDE em 1996.
Para você que se interessa por descobrir o que o Linux pode oferecer para você no descktop vou deixar recomendações sobre as distribuições que considero as melhores experiencias para o usuário final.

Mandriva Linux: Essa distribuição é simplesmente exelente, tem o melhor KDE que já ví em todas as distribuições que experimentei, usa um dos mais famosos sistemas de empacotamento de software do mundo Linux o RPM, isso quer dizer que você terá muitos softwares empacotados para sua distribuição. Alem desses fatores temos ainda o melhor centro de controle e configuracao do sistema.
Http://mandriva.com

Ubuntu Linux: A mais popular distribuição para usuários finais dos últimos tempos, essa distribuição oferece uma experiencia de usuário parecida com o MacOS X inclusive com cores parecidas, mas longe de ser uma cópia do MacOS é uma distribuição Linux que respeita os padrões Linux e se identifica como Linux. Vale experimentar tambem esse sistema operacional.
Http://ubuntu.com   

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

II Simpósio de Computação do Araguaia De 25 a 29 de Outubro de 2010


O curso de ciência da computação da UFMT de Barra do Garças – MT tem o prazer de convidar a todos para participar da segunda edição do Simpósio de Computação do Araguaia, como no ano passado contamos com a presença de vários profissionais e educadores da área de T.I.
Não perca essa chance venha participar dessa enorme festa do conhecimento.
  • Palestras
  • Mini-cursos
  • Arena de programação
  • Mostra de computação gráfica
  • Debates 

O II Simpósio de Computação do Araguaia irá ocorrer no período de uma semana (cinco dias), nas dependências da Universidade Federal de Mato Groso (UFMT), no Campus Universitário do Araguaia, nos campus I e II, nas cidades de Barra do Garças - MT e Pontal do Araguaia-MT. Bem como haverá atividades (mini-cursos e palestras) nas dependências das faculdades UNIVAR e Cathedral.
Com esta ação busca-se realizar um evento forte de computação na região, tornando-o parte do calendário cultural e científico. Com isto, busca-se uma participação maciça da comunidade discente da área de computação de toda a região, bem como de discentes e profissionais e visitantes interessados na área. Serão ofertados mini-cursos sobre tecnologias atuais, os quais tanto terão a computação como objetivo fim, bem como a sua utilização como recurso para se alcançar um objetivo.
O evento irá contar com a participação de convidados, pesquisadores e profissionais reconhecidos na área na região e no âmbito nacional, que irão contribuir com o aprendizado, o compartilhamento de experiências e a discussão de temas relevantes na área de computação.
Arte vencedora do contestII blender Brasil by: Jefferson
Veja o anuncio do simpósio passado : ISCA
 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Provando que com software livre é possível, dessa vez com 3D


     Provavelmente se você não mora em uma caverna sem acesso algum a filmes modernos, você já deve ter visto algum filme com recursos 3D, hoje venho falar de um ótimo software de modelagem e animação 3D, se trata do Blender. 
     Esse software é como os demais softwares famosos no mercado de animação e modelagem 3D, mas ele tem um diferencial que o torna especial.
    É um software livre e de código aberto e para demonstrar um pouco do potencial desse software já bem difundido entre produtores de animação em pequena escala a Fundação Blender criou alguns pequenos filmes e o ultimo deles é Sintel uma animação de aproximadamente 15 minutos e com recursos visuais de tirar o folego.
    No vídeo abaixo você pode conferir o resultado desse excelente trabalho.

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            (Traducao livre do texto da Blender Fundation Sobre o Filme)
"Sintel" é um filme de produção independente curto, iniciado com a Fundação Blender como um meio de melhorar e validar os softwares livres Blender 3D. Com um financiamento inicial fornecido pelas 1000 doações da comunidade através de internet, que provou mais uma vez ser um modelo viável de desenvolvimento para a tecnologia 3D, aberto para o cinema de animação independente. Este filme de 15 minutos foi realizado no estúdio do Blender Institute de Amsterdam, por uma equipe internacional de artistas e desenvolvedores. Além disso, vários metas/técnicas e criativas têm sido realizadas on-line, por desenvolvedores e artistas e equipes de todo o mundo. http://www.sintel.org

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Com o Software Livre você tem, com o Software Livre você pode

Saudações caros leitores, estou eu aqui mais uma vez para falar sobre Linux, Codigo Aberto e Software Livre.
Neste exato momento escrevo através de um sistema operacional livre e de código aberto e que pode ser adquirido gratuitamente na internet. Estou falando do Linux e da distribuição Madriva Linux, a versão que estou utilizando é a 2010.1 em um notebook hp pavilionDV-6910us o qual tem seu hardware completamente reconhecido pelo sistema sem a necessidade de recorrer a sites ou a cds de fabricantes de dispositivos, isso no minimo é muito bom pois nem sempre se tem cds ou mesmo habilidades para resolver esses problemas de reconhecimento de hardware.
Estou escrevendo esse texto de um editor de textos de código aberto e que trabalha no padrão aberto de formatos de documentos (ODF) se trata do Writer do pacote de aplicativos de produtividade OpenOffice na sua encarnação BrOffice editor esse que suporta inclusive a visualização e edição de arquivos de outros editores.
Mas qual a importância disso tudo? É simples podemos ter uma vida digital normal somente com softwares livre e que respeitam o seus usuários, entenda que quando digo software livre não digo software de graça, não não estamos falando de gratuidade e sim de liberdade, conhecimento, aprendizado, tecnologia é disso que falo quando falo que ter o código fonte de um aplicativo é importante. Mesmo que o usuário final não vá usar esse código para modificar ou estudar, pessoas capacitadas para isso o farão pessoas como estudantes, empresas, hackers, pesquisadores.
A qualidade de um software está intimamente ligada com o numero de pessoas que revisam seu código isso porque o erro que um programador comente raramente passará desapercebido por outro programador, sendo assim quando outro programador descobre o erro ele o corrigirá e assim o software obtêm mais qualidade.
Imagine a seguinte situação, estamos envolvidos em uma guerra contra um país no qual reside uma empresa que fornece softwares para computadores, e nossas forças armadas são usuárias desses software fornecidos por essa empresa. Pense no que poderia acontecer se nossos especialistas em T.I das forças armadas não soubessem exatamente o que teria rodando nos softwares usados por eles? É por isso que quando dizemos é importante ter o código fonte dos softwares que usamos pois nos trás segurança, independência, flexibilidade e mais uma gama de vantagens no sentido de poder melhorar a tecnologia a seu favor.
Como se sentiria se soubesse resolver um problema em um software utilizado pela sua empresa e não pudesse pois não tem acesso ao código fonte do software? Foi uma situação semelhante a essa que deu inicio a coisas como GNU,FSF,GPL que hoje possibilitam que eu e você não precisemos esperar por meses ou até anos por uma correção de segurança em um sistema operacional ou que nos proporciona uma gama incrível de opções em softwares de aspectos gerais e em sua maioria não precisamos pagar por eles (não que pagar software seja ruim).
Como seria se você não pudesse saber o que seu software faz de verdade? Os softwares de código aberto possibilitam que o seu usuário veja de forma transparente o que acontece no decorrer de sua execução em seu computador e ter certeza que esse software só faz o que se propõe; Isso de maneira nenhuma acontece com softwares que somente uma empresa ou pessoa detêm o controle total sobre o software e o protege com patentes restritivas e que oprimem seus usuários os deixando com poucas alternativas e assim surge a pirataria que é um comportamento cada vez mais comum e tido como normal por muitas pessoas em nosso país.
Estudantes por exemplo não deveriam sequer utilizar softwares proprietários pois os estudantes devem ser pessoas curiosas, pesquisadores, questionadores que deviam aprender de todas as formas possíveis e isso quando falamos em estudantes de informática ainda é mais critico pois teríamos profissionais melhores no mercado se os mesmos fossem pessoas de mentes mais curiosas durante sua graduação.
Pense em um software que você gostava e que hoje em dia desapareceu por um motivo ou outro. E como seria se você pudesse de alguma forma aproveitar funcionalidades ou mesmo mante-lo em funcionamento? Com o software livre você pode fazer isso pois se tiver conhecimento poderá manter esse software durante o tempo que ele for necessário para você.
Sempre que falo em software livre e de código aberto me lembro de que temos muitos serviços sendo distribuídos gratuitamente e alguns com preços mínimos devido a existência do código aberto e do software livre sabe como isso acontece? Imagine aquele site de relacionamentos normalmente os adolescentes apreciam muito, agora pense na estrutura de T.I que essa empresa precisa ter para manter esse serviço e agregado a isso imagine a quantidade de licenças de softwares que precisariam ser pagas se não fossem os softwares livres.
Lembre-se que em um sistema computacional não temos somente sistema operacional e hardware, mas sim muitos softwares que fazem disso uma realidade. Como exemplo posso tomar um servidor de paginas da internet muito famoso, o Apache esse software é responsável por pelo menos 70% dos sites que estão disponíveis na internet nos dias atuais.
Ainda podemos citar dois fenômenos de software na forma de navegadores de internet, sim estou falando do Firefox e do Google Chrome são ótimos softwares de código aberto com uma base de usuários crescente a cada dia e que são lideres em tecnologia de interpretação de paginas e conteúdos servidos na internet.
Por esse e por outros motivos você tem e você pode com o Software Livre.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

É de férias que se aprende !

Boa noite guerreiros da T.I sou aluno do curso de ciencia da computção da UFMT e nesse exato momento estou de férias na cidade onde meus pais residem.
trouxe alguns livros comigo para ler enquanto estou de férias.
Estrutura de dados usando C.
Algoritmos Teoria e Pratica
Algoritmos Projeto e Analise.
Esses livros sao muito bons e estou gonstando muito de ler eles, pois o dominio de algoritmos é a chave para uma boa programação.
tenho interesse particular pela distro Slackware atualmente uso a 13.0 no meu notebook e no descktop tambem.
mas no notebook possuo o mandrive one 2010.0 tambem para usos mais comuns e usuarios desavisados sobre o modo linux de ser !
aproveitando as férias tambem me matriculei na aula de Tae-kwondo apesar de treinar muay thai e jiu-jitsu tambem vou treinar durante essas férias essa luta que tem muitos chutes e gritos.
até a proxima pessoal e lembrem-se que nas férias tambem é possivel aprender muito !